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Sustentabilidade - parte 2

Energia
A substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescente tubular e agora, por LED, está entre as medidas de economia mais adotadas pelos condomínios. Mas também a modernização dos elevadores pode trazer redução substancial no consumo de energia, a exemplo do que aconteceu no condomínio da síndica Elizabeth Bonetto, onde a conta caiu 40%, diz. Ou seja, a ideia é buscar soluções ecoeficientes.

Segundo Mônica Plumari, gerente de vendas que atua com LED desde 2001, alguns condomínios estão trocando a lâmpada fluorescente tubular por fitas de LED nas garagens, economia que pode chegar a 65% na conta de luz. Estudos publicados em 2006 pela Agência Internacional de Energia (IEA) revelam que a iluminação representa cerca de 20% de toda a energia elétrica consumida no mundo, índice em grande parte causado por lâmpadas de baixa eficiência.
Por Rosali Figueiredo

Geradores
Os geradores instalados nos condomínios de São Paulo devem ser adaptados a uma nova legislação municipal, ganhando filtros para controle de ruído e emissão de gases. A obrigatoriedade veio com a Lei 15.095/2010, foi regulamentada pelo Decreto 52.209/2011, e acabou recebendo um prazo de tolerância de adaptação de um ano pelo Decreto 52.666/2011. O período caducou, a obrigatoriedade está vigente, mas a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente informou à Direcional Condomínios que ainda se encontram em estudo, pelo Departamento de Controle de Qualidade Ambiental (Decont), os padrões de emissão de ruído e poluição atmosférica que deverão ser respeitados por esses equipamentos.

De qualquer forma, o mercado está se preparando e Carlos Henrique Apezatto criou e patenteou, juntamente com o engenheiro Sérgio Sangiovanni, um modelo de filtro para ser instalado nos escapamentos dos geradores, retendo material particulado e diminuindo em 50% a emissão dos gases. Essa é uma das soluções que o mercado apresenta aos síndicos para atender à legislação.
Por Rosali Figueiredo

Áreas verdes e permeáveis
Segundo o arquiteto Luiz Laurent Bloch, a área livre permeável que cada imóvel da cidade de São Paulo deve respeitar varia por região, mas ela obrigatoriamente precisa atender a no mínimo de 15% do lote ocupado com vegetação. A proporção pode chegar a 30% ou mais, quando o local está caracterizado como Zona Especial de Proteção Ambiental. Luiz Bloch explica aos síndicos que a área permeável é aquela que "permite infiltração de água no solo, livre de qualquer edificação ou pavimentação impermeável", o que exclui, portanto, garagens e demais subsolos.

"As áreas verdes são importantes para a qualidade do ar, diminuição de ilhas de calor e outros atributos de melhoria do meio ambiente, contribuindo para diminuir enchentes via retenção e redução da velocidade das águas pluviais", observa o arquiteto.

Uma boa dica que ele deixa aos síndicos é instalar pisos drenantes homologados pelos órgãos técnicos brasileiros, os quais são aceitos pela Prefeitura como área permeável em uma proporção de 50% da superfície. "Por exemplo, em um estacionamento de mil metros quadrados revestido com piso drenante, 500 m² poderão ser considerados como área verde."
Por Rosali Figueiredo

 

 
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